Falar, nada!
Só uma … aaahaaaa DEL REY, aaaaaahaaaaa DEL REY
8)
Bons tempos
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Falar, nada!
Só uma … aaahaaaa DEL REY, aaaaaahaaaaa DEL REY
8)
Bons tempos
Sinistro aqui é ver gente com o sorriso na face.
Se a garoa é fria e a estrutura da poesia concreta das colunas no grande cosmos de São Paulo não tem vida, agradeça para cada partícula de oxigênio que você respira aqui e reze para cada particular de CO2 desaparecer de seu corpo o mais rápido possível. São Paulo é assim, autodestrutiva, basta estar e respirar dentro de toda essa suposta frieza que só a estrutura das grandes engenharias nos expressa. Porém, diferente de que se pensa por ai é aqui que a sua alma esquenta o ambiente, quase que em um equilíbrio perfeito sua alma e a frieza do sistema arquitetônico nos coloca com um objetivo: sobreviver. A natureza aqui é alto contrastante, se falta O2 sobra em H20 que cai do céu na mesma intensidade que a má distribuição de renda em uma infraestrutura pronta para entrar em colapso frente a desastres naturais como um choro dos menos favorecidos socialmente.

Foto: Chuva Invertida – Dorival Sanches
Se Sampa é o Túmulo do Samba não é por falta de Samba no pé que as personas de São Paulo não têm calo, pois é camarada hoje é assim, trabalhador em época digital não tem calo na mão tem calo nos pés de tanto andar de um lado para outro, sendo assim, saiba você: “Coceira de dinheiro aqui não da palma da mão, dá na sola do pé”.
Também discordo que o amor em SP acabou apesar de uma estrutura poética estruturada por concretos e colunas de edifício frio aqui em SP tem amor sim, pois se é de um povo que anda a pé; esse tem muita fé, penso eu que existe sim em uma Zona de convergência de nacionalidades, etnias e regionalismo brasileiro. Aqui o belo esta no sotaque e no andar das maiorias branquelas paulistanas que passam rebolando com cara de blasé e um sorrisinho que só o universo feminino pode lançar quase que como mensagem subliminar para os trabalhadores homens dessa cidade, sim são belas, lindas, branquelas assim como as morenas, ruivas, negras das etnias mundiais que você vê aqui na convergência do sexo mundial, pois é aqui em SP que o homem é passado para trás e o universo feminino sorri e nesse caso não na expressão na alma.

Foto: Homem e Mulher – Dorival Sanches
Aliás, para quem não tem alma aqui não é realmente um bom local para se morar, aliás, se você não é espirituoso aqui não serve para você, aliás, se você não tem domínio da sua consciência e da sua natureza existencial, acho eu que a Pauliceia Desvairada não vai querer brincar com você. E para brincar de dançarino aqui nem é preciso saber dançar ou fazer seu coração disparar na Ipiranga com a consolação, basta olhar no olho dela e dizer do fundo do seu coração; olha eu aqui Sr. São Paulo e vê se sorri para mim Paulicéia Desvairada.
Para finalizar, o melhor remédio para SP ainda é pedir desculpas quando oportuno, dizer bom dia quando sua consciência permitir e dizer obrigado para cada movimento alheio do corpo, da pessoa que esta ao seu lado, como por exemplo: “Por gentileza pega o açúcar”; para você colocar no seu café em um balcão divido e disputado em lanchonetes ou padocas.
Saúde!
Atenção Fãs de Crepúsculo
Brincadeirinha. Filmão com cara de criança que deixa muito marmanjo que brilha a luz do meio dia com Terçol ao invés de queimar feito os grandes Vampiros. Para a Saga Crepúsculo daria um bom comercial para vender Bloqueador Solar. “Brilhe você nesse verão, não deixe os Fãs de Crepúsculo na mão fique você bonitão” … Blá, Blá; e para aqueles que acreditam que o bom e velho Vampirão(a) observa a vítima e sem pensar duas vezes “rouba” seus litros de sangue, fica a dica em vermelho e grifado, DEIXE-ME ENTRAR. Vale a Pena. Não confunda com DEIXE ELA ENTRAR, Tá?!