Arquivo de julho \27\UTC 2011

Receita Criativa {II} – Use your illusion

Color, like no other?

Faz isso: Pegue o curioso link Movie Bar Code, escolha seu filme preferido, dê um Print Screen na tela e edite apenas a área gráfica relacionada a composição. Pronto suba esse arquivo para o Kuler e crie uma segunda paleta “.ase” e aplique a mesma dentro de suas composições artísticas e propagandistas dos softwares da adobe. Vc tem que ter referencia de tons para discutir com seu diretor de arte, certo? Que tal dizer assim: Olha só esses tons desse anúncio! Foi baseado em uma paleta de tons do filme Blade Runner. Veja o Exemplo abaixo:

Movie Bar Code – The Shining

Kuler – The Shining

Para realizar o download clique aqui.
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Receita Criativa {I} – Use your illusion

Oasis não morreu

Pronto, para aqueles que antigamente gostavam de gravar em K7 o Top Ten das rádios ai vai uma ideia transformadora. Quem disse que Oasis morreu? Mentira, pode ser que o rótulo, a marca Oasis tenha morrido dentro da convenção estrutural das letras que segue: O. A. S. I. S. que forma uma significância OASIS. Fora isso dentro do tempo de vigília, dentro do consciente coletivo e até do inconsciente quando se trata de Noel e Liam Gallagher´s depois de tanto quebra pau, marketing de “tretas” e muito rock and roll cheio de Cigarettes & Alcohol o OASIS não vai acabar, vai se subdividir como um átomo gerando assim mais uma grande explosão para a indústria fonográfica do Rock, Beady Eye and Noel Gallagher’s High Flying Birds. Pronto a dica por fim é uma grande coletânea das novas bandas para seu playlist. É isso, temos o mais puro rock do Oasis. 8)

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Colagens do Quadrado no Quadro

Vai um quadrado ai?

Dois dias se passaram depois que verifiquei na Folha on-line uma matéria geniosa sobre a artista francesa Marine Hugonnier que esta com trabalhos de colagens em jornais brasileiros no Fortes Vilaça na Barra Funda. Creio que vale a pena visitar, mas o importante nesse caso é ilustrar a tal citação. Poucos sabem que o Cubismo, sim, aquele do grande pintor Picasso foi construída em três fases descritas por algumas literaturas, outras esclarecem duas, a ordem final seria essa para o esclarecimento das fases: Fauvismo, Cubismo Analítico que é o mais conhecido por Picasso e o Cubismo Sintético que influenciou em um futuro não muito distante artistas consagrados do Construtivismo Russo e do Neoplasticismo Holandês, assim como o Dadá. O Cubismo Sintético traz com ele as colagens de jornais em madeiras que tem a intuição de decorar de maneira empírica o quadro e não só o quadro, mas o ambiente onde o mesmo será aplicado, o artista mais conhecido foi o Sr. Juan Gris. Engraçado né? Engraçado nada. Aliás, o negócio é mais sério do que imagina. O trabalho da francesa com colagens em forma de cubos bate com várias citações do Livro sobre Arte Moderna. Dentre elas: “ … ao passo que o cubismo de Picasso e de Braque, a despeito de seu elevado conteúdo intelectual, permaneceu fiel às doutrinas de instinto e intuição do começo do século XX, temperadas por um senso mediterrâneo de disciplina, a abordagem intelectual de Gris aos problemas formais relaciona o seu cubismo sintético com a obra de artistas como Mondrian e Lissitzky, com sua crença platônica do aperfeiçoamento da forma.”



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Fotografia em plena Meia Noite em Paris – ISO Alto

A luz de uma chuva

A primeira fotografia de Paris no filme Meia Noite em Paris com certeza foi uma paris ensolarada; uma Paris noturna toda iluminada, isso logo no começo, um padrão para postais. Aliás não me recordo de ter visto um postal chuvoso de uma grande cidade turística, nem de Ubatuba, muito menos de São Paulo né? Enfim, ficou claro que eu nunca tinha visto uma Paris chuvosa, a não ser em fotografias de Henri Cartier Bresson. Isso com certeza me tirou do sério logo no começo da sessão e que ficou bem ilustrado, esclarecido e iluminado ao decorrer do filme. Vale a pena.

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Meia noite levarei o que mesmo?

Minha alma é que não vai ser, talvez minha percepção,
e isso vai sair caro.

Em uma segunda oportunidade passei pelo Cine Livraria Cultura e desta vez foi para ver Meia noite em Paris e em uma certeza única e universal dentro do Cosmo Paulista eu tenho mais uma ideia: Maurice Merleau-Ponty e seus estudos sobre a Percepção me ajudaram, sim. Não sou expert em literatura francesa, porém antes do filme passei pela Livraria Cultura e olhei brevemente o livro do mesmo que trata do tema Percepção, e em uma das cenas mais engraçadas se tratando de expressão corporal, expressão do discurso ficou claro para minha consciência que o Sr. Owen Wilson em um momento que ele rouba as joias de sua esposa para tentar conquistar outra Senhorita (é necessário ver o filme para entender os motivos que o mesmo interpretando Gil Pender com seu alter ego de escritor rouba a joia), enfim, dentro daquela situação embaraçosa que ele se coloca a interpretar, pode ser que eu esteja errado, mais se Woody Allen fez uma grande homenagem aos grandes artísticas modernistas, e não só os modernistas verificando assim que o Sr. Owen Wilson fez uma homenagem ao Sr. Woody Allen. Era o Woody Allen interpretando, ou pelo menos Owen se esforçou para que o mesmo acontecesse. Woody não aparece no filme, mas parece que Owen se fez parecer. Grande filme, uma aula de história da arte e cinema. Obs. Eu fiquei dando risada sozinho nesse momento do filme, fiquei pensando comigo: ou as pessoas ficaram preocupadas com a situação em que o filme retratava, ou vi o que ninguém viu. Não sei se nesse momento passei por idiota segurando a risada fazendo assim barulhos estranhos ou se foi por ter percebido tal ideia. Enfim, iria novamente ao cinema para assistir o filme onde o que foi escrito faz parte de uma curiosidade, diríamos pessoal. Sim, talvez Maurice Merleau-Ponty tenha me ajudado a dar risada e o pouco que sei sobre a referência que não passa de duas páginas lidas do Sr. Lacan e do próprio em uma livraria antes do filme.

(8.

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DORIVAL SANCHES CARDEAL FILHO

Formando em Comunicação Social - Publicitário - Fotógrafo - Designer & Instrutor Técnico de Informática Certificado ACE Adobe em Photoshop, Illustrator e INDesign CS4. Não existe hora vaga, quando não estou com minha família e amigos estou na frente do computador, isso é um fato e acho difícil de ser mudado, não por momento. Espero que gostem dos posts. Abraço. dorivalscardeal@hotmail.com

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